terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

[POST DE HONRA] New England Patriots Campeão do SuperBowl.

Pois é. Já que a moda da NFL chegou com tudo ao Brasil, não poderia deixar de homenagear o time do marido da Gisele, campeão do SuperBowl ontem. Já fiz homenagem a time campeão no basquete, então porque não homenagear o Futebol Americano? Minha camisa dos Patriots está separada aqui, ó, e vou contar de um ano que não foi tão interessante assim:






Eu não tenho NENHUMA camisa de Futebol Americano, nem mesmo as que o Flamengo usa na liga nacional, que ainda obviamente não chega nem a cutícula do dedo mínimo do pé da NFL americana. Mas para esse post não ficar na brincadeira, admito que quase comprei uma camisa dessas. Mas não foi dos Patriots, nem do Seahawks ou dos Packers (maior campeão da NFL que sempre vai me lembrar do Goiás com o escudo deles, ou será o contrário, já que eles foram fundados antes do clube brasileiro). A camisa em questão é essa abaixo:


A camisa, no caso, é a vermelha de 2010 do Washington Redskins, possui 3 títulos no SuperBowl (o último foi em 1991), foi quando estive na capital dos EUA no mesmo ano. Não gosto de camisa de futebol americano por causa do excesso de numeração que polui demais. Mas estava atrás de um souvenir pra coleção e estava mais barato que a camisa do DC United, esse sim time do "Soccer" que tanto prezo. Mas não levei nenhuma das duas. 

Enfim. Parabéns para o New England Patriots e pro Tom Brady que ganhou o anel de campeão e já tem um anel brasileiro que vale até mais que esse título, se é que me entendem.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Histórias da Mantoteca: Alemanha 2000/01 - O extremo oposto do bicho-papão

    Percebi que ultimamente as raras postagens que faço na Mantoteca não estão seguindo muito o propósito inicial do site, que é contar a história de times através de suas camisas. Admito que os "guias de compras" que faço aqui, além de alguns vazamentos de camisas de times que aparecem na Net agora também fazem parte do propósito "mantotequiano". Hoje estou fazendo uma pequena volta às origens.

   Lembram da "Série Copa do Mundo 2014", que prometia contar a história de todos as seleções participantes que tenho camisa? Era para ela ter continuado com a camisa da Alemanha. Sim, a Alemanha que merecia um Post de Honra como já fiz aqui várias vezes por ter ganho a Copa supracitada. Sim, a Alemanha que é um dos três principais focos da minha coleção (os outros dois são Flamengo e Bayern de Munique).  E dentre as muitas camisas germânicas que tive (já até contei a história de uma), vou pegar uma não tão lembrada assim. Por sinal, essa camisa nem está mais comigo, troquei-a com um colombiano durante a Copa do Mundo, e no final descobri que saí perdendo (mais detalhes sobre esse "causo" da Copa estão no meu livro).

  O time da Alemanha da Euro 2000 e das eliminatórias de 2002. A seleção vitoriosa de hoje nunca existiria sem esse período negro citado acima. A competição europeia de seleções naquele ano era sediada pela primeira vez em dois países ao mesmo tempo, Holanda e Bélgica. E a Alemanha lançou sua camisa nova naquele ano, um pouco mais sóbria que a anterior de 1998.


   Comprei essa camisa em fins de 2012, na célebre feira da Praça XV aqui no RJ, onde alguns amigos colecionadores também têm suas barracas e vendem suas camisas. Mas comprei-a de um não-colecionador, ou seja, paguei só 30 reais nela. Ao contrário da camisa de 98, os detalhes na cor da bandeira alemã só apareciam na gola. Por sinal, a gola da minha camisa veio descosturada, como pode-se ver comparando com essa outra camisa aqui, que ainda é da versão fabricada na Europa (a minha era da Drastosa, até então representante da Adidas no Brasil, mas até que a versão nacional não ficou tão diferente da original, caso das camisas de 94, 96 e 98).





   Na foto acima dá pra ver melhor a gola descosturada. A camisa reserva em 2000 ainda era verde, por sinal a última com essa cor até lançarem o modelo alternativo de 2012.  Depois disso as camisas alternativas da Alemanha eram predominantemente pretas ou vermelhas, isso quando não são as duas cores juntas, como na camisa "Flalemanha" atual.

   Vamos acabar com a enrolação e começar logo com a história. A Alemanha da Euro 2000 era treinada pelo Erich Ribbeck, técnico conhecido apenas dentro do país que chegou logo depois da Copa de 98. Seu único título relevante como treinador era a Copa Uefa de 1988 com o Bayer Leverkusen, num time que tinha como destaque o brasileiro Tita. Também foi técnico do Bayern de Munique na época negra do time no início dos anos 90. Muitos jogadores daquela seleção também estariam na Copa de 2002, caso de nomes como Oliver Kahn, Mehmet Scholl, Michael Ballack,  Oliver Bierhoff e Carsten Jancker. Outros jogadores, como o brasileiro naturalizado alemão Paulo Rink, também estavam no elenco. E mesmo com 39 anos nas costas, o volante Lothar Matthäus estava firme e forte no time.

    Não era um elenco ruim, mas também não era um timaço, embora a camisa branca impusesse respeito. A Alemanha chegou até ali passando por um grupo fácil nas eliminatórias, com seleções como Moldávia, Irlanda do Norte e Finlândia. A única seleção relativamente forte daquele grupo era a Turquia, que já estava montando o time que seria 3o colocado na Copa de 2002. E foi a única seleção que a Alemanha não venceu, empatou em 0x0 em Munique e perdeu em Bursa por 1x0 com gol de Hakan Sukur. Mesmo com os triunfos turcos, quem foi o líder do grupo foi a Alemanha, e isso já os deixou classificados para a Euro 2000 sem necessitar de repescagem.

   A Alemanha era favorita no seu grupo do torneio, que continha sua arquirrival Inglaterra, Portugal e Romênia. Mesmo sendo um "grupo da morte", era natural esperar que os classificados fossem os britânicos e os germânicos. A Alemanha estreou no dia 12 de Junho de 2000, na cidade belga de Liége, jogando contra uma Romênia que ainda havia traços daquele time surpreendente de 1994, como Popescu e o matador Hagi. Também haviam novas caras, como um tal de Chivu que havia chegado no Ajax um ano antes e ainda faria história na Roma e na Inter de Milão. Um centroavante daquele time chamado Mutu também seria muito conhecido na Itália, onde chegaria para jogar na Internazionale naquele mesmo ano. Mas não foi nenhum desses citados que abriu o placar aos cinco do primeiro tempo. O atacante Moldovan, que atuava no Fenerbahçe, inaugurou o marcador. Scholl empatou ainda naquela etapa, aos 28 minutos, depois de mandar um pombo sem asa direto pro gol de Stelea. E ficou assim: 1x1. Enquanto isso, Portugal surpreendia a Inglaterra e  acabou vencendo seu jogo por 3x2.


   O jogo mais esperado do grupo aconteceu em Charleroi, também na Bélgica, no dia 17. Inglaterra e Alemanha voltavam a se enfrentar numa Euro depois de 1996, quando os ingleses foram eliminados nos pênaltis pelos alemães dentro de seu próprio país. O time da Inglaterra era respeitável: Seaman no gol; Gary e Phil Neville nas laterais direita e esquerda, respectivamente; Sol Campbell na zaga; Paul Scholes e David Beckham no meio; além de Shearer e o ainda jovem Michael Owen no ataque. E ainda tinha um certo meia do Liverpool de 20 anos chamado Steven Gerrard no banco. A Inglaterra usou seu uniforme vermelho, assim como na final da Copa de 1966 contra os mesmos alemães onde sairam vitoriosos. A Alemanha, dessa vez, usava verde. O jogo foi disputado, como era de se esperar. Scholl chegou a quase inaugurar o marcador no início do segundo tempo, quando chutou cruzado e a bola tirou tinta da trave, deixando Seaman na saudade. Mas pouco depois, num de seus sempre ameaçadores cruzamentos, numa cobrança de falta na lateral direita, Beckham alçou a bola até a cabeça de Shearer, que não deu chance para Oliver Kahn: 1x0 aos 8 do segundo tempo, numa falha da defesa alemã, que praticamente assistiu a bola passar até chegar ao seu destino. Outra falha, já que o gol da Romênia no jogo anterior também foi facilitado pelos erros de marcação.


   A situação da Alemanha ficou muito complicada depois que a derrota se consolidou. Portugal vencera a Romênia por 1x0, com gol do Costinha aos 49 do segundo tempo e já estava matematicamente classificado para a próxima fase. A Inglaterra chegava a 3 pontos no grupo. Parece que os portugueses, que eram os únicos daquele grupo que não foram para a França em 1998, estavam mais perigosos ainda do que os ingleses. E a Alemanha tinha que vencer de qualquer forma, e ainda dependia de uma vitória da Romênia sobre a Inglaterra.

   Portugal em 2000 vinha com um time forte, com jogadores como o goleiro Vitor Baía, o meia Rui Costa, além do meia-atacante do Barcelona (até ali) Luís Figo, que seria eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA no ano seguinte, já no arquirrival Real Madrid. A tarefa alemã foi facilitada pelo técnico Humberto Coelho, que escalou um time reserva para poupar os portugueses no mata-mata. Nenhum dos jogadores citados acima participou da partida contra a Alemanha, que levou seus titulares em busca da última chance pela vaga. O que se veria depois seria um desastre para os alemães.

   Se hoje nós lembramos do 4x0 que a Alemanha fez em Portugal na Copa de 2014, fica até difícil acreditar que os alemães, 14 anos antes, conseguiram a façanha de serem massacrados pelos reservas daquele país. O meia Bode conseguiu chutar uma bola na trave ainda no primeiro tempo, um daqueles gols perdidos inacreditáveis. E o castigo veio rápido: em mais uma falha defensiva alemã, deixaram Sérgio Conceição livre para marcar o primeiro gol do jogo, aos 35 do primeiro tempo, depois de um ataque pelo lado esquerdo. Nem mesmo Oliver Kahn, o único que poderia impedir, foi rápido para impedir a bola cabeçada do jogador que estava em posição legal. Aos 9 do segundo tempo, Conceição rabiscou a zaga da Alemanha e chutou sem chances para a defesa de Kahn: 2x0. E num contra-ataque, o mesmo Conceição recebeu a bola à esquerda da entrada da área em velocidade e chutou cruzado, sem chances para o goleiro do Bayern. O time reserva de Portugal estava massacrando a Alemanha titular por inacreditáveis 3x0, um Hat-Trick de Sérgio Conceição. Enquanto a desclassificação alemã era confirmada, a Inglaterra perdia para a Romênia por 3x2. Os dois "azarões" do grupo se classificaram e a dupla favorita ficou de fora, com a Alemanha na lanterna do grupo.


   Ainda em 2000, já era hora de começar a agir para evitar um desastre maior: ficar de fora da Copa de 2002. O grupo alemão das eliminatórias europeias para a Copa contava com Grécia, Finlândia, Albânia e a eterna rival Inglaterra. Obviamente, o English Team era a maior ameaça, mas para uma seleção que perdeu pro time reserva de Portugal, todo cuidado era pouco. Rudi Völler assumiu como técnico, substituindo Ribbeck. O ex-jogador estreava como treinador logo na Mannschaft, assim como Beckenbauer em 1984. E a estreia, em Hamburgo no mês de Setembro, foi animadora: 2x0 na Grécia, gols de Deisler e Scholl.

   O próximo jogo já seria para provar se os alemães mereciam uma vaga na próxima Copa: enfrentar a Inglaterra em Wembley sempre é um desafio, não importa a época. Em Outubro de 2000, o clássico que ocorrera na Bélgica quase quatro meses antes voltava a acontecer. E logo aos 14 minutos, numa cobrança de falta a longa distância, Hamann abriu o placar com um verdadeiro "tiro de canhão" que traiu Seaman numa quicada na grande área. E terminaria assim. A Alemanha conseguia vencer a sua arquirrival histórica dentro do estádio onde a mesma tirou uma Copa do Mundo dela. O detalhe mais cruel é que aquele era o último jogo do time inglês em Wembley antes de demolirem o estádio e construirem sua nova versão para o Século XXI, e além disso também proporcionou a demissão do técnico Kevin Keegan após 18 meses no cargo. Hoje nós sabemos que a capacidade de estragar a festa na casa dos outros dos alemães é, literalmente, sete vezes maior que isso.



   O jogo seguinte nas eliminatórias era em Março de 2001, na cidade de Leverkusen. A partir de um chutão de fora da área, Deisler abriu o placar pros alemães contra a Albânia aos 4 do segundo tempo. Os albaneses responderam com outro chutão indefensável contra Oliver Kahn, empatando a partida. Faltando 3 minutos para acabar o 2o tempo, o hoje maior artilheiro da História das Copas, Miroslav Klose, aproveitou uma bola dividida na área da Albânia para escorar em direção ao gol livre e definir o placar final de 2x1.  Ainda naquele mês de Março, os alemães viajaram para Atenas e enfrentaram novamente a Grécia. Rehmer abriu o placar logo aos 6 minutos do primeiro tempo, 14 minutos depois Charisteas (que no futuro seria conhecido por ser o autor do gol do título grego na Euro 2004) empatou. Apenas cinco minutos após o empate, pênalti para a Alemanha. Ballack faz o segundo gol. Depois de um lateral muito bem cobrado, a cabeçada de Georgiadis empatou o jogo aos 43 minutos da primeira etapa. E o jogo seguiria igual até os 32 minutos do segundo tempo, quando Klose subiu para cabecear uma falta cobrada da esquerda e desempatar novamente. Ainda deu tempo de Bode, depois de um contra-ataque, fazer um belo gol chutando de primeira o cruzamento de Rehmer ao final do tempo regulamentar. 4x2 na Grécia jogando perante a fanática torcida local é um excelente resultado.

   Após a quarta vitória consecutiva, até o alemão mais pessimista não acreditava que a Finlândia pudesse parar o empolgado time alemão, mesmo jogando em casa, naquele dia 2 de Junho de 2001. Um ano depois do fracasso na Euro, a Alemanha já mostrava sinais de recuperação. Mas enganou-se quem pensou que seria fácil vencer os finlandeses em Helsinque. Forssell, em duas falhas da defesa alemã, lembrando a trágica campanha na Eurocopa, fez dois gols no primeiro tempo, que terminou 2x0 para os locais. Aos 24 do segundo tempo, o grandalhão Jancker sofreu pênalti. Ballack foi para a cobrança e diminuiu para os alemães. E apenas quatro minutos mais tarde, o mesmo Jancker que sofreu a penalidade que originou no primeiro gol alemão, chutou violentamente de fora da área para empatar o jogo. Embora esperassem a quinta vitória consecutiva, o empate não foi tão ruim assim. Em Tirana, capital da Albânia, apenas alguns dias depois, a Alemanha chegava para começar uma nova série de vitórias. Rehmer abriu o placar de cabeça aos 27 do primeiro tempo e Ballack fez o gol que fechou a fatura aos 23 da segunda etapa, com direito a drible no goleiro. O placar de 2x0 mantinha a Alemanha firme e forte na liderança das eliminatórias.

   Todas as seleções têm o seu pior momento. Os argentinos sempre lembram do 5x0 que levaram da Colômbia em 1993 dentro de Buenos Aires, nas eliminatórias para a Copa de 1994. Nós, brasileiros, sempre vamos lembrar dele, o 7x1, que a Alemanha fez na última Copa, aqui mesmo no Brasil, numa semifinal. E quando os alemães lembram de vexame, eles sempre lembram do dia 1º de Setembro de 2001. Não foi numa semifinal de Copa e nem levou sete gols, mas foi em casa contra um grande rival. A Inglaterra não deixou barato o fato de ter perdido o último jogo no velho Wembley. A seleção alemã estava invicta nas eliminatórias até aquele dia. A Inglaterra só havia perdido um jogo, justamente contra a Alemanha. O favoritismo era todo alemão. Jogando no palco da final da Copa de 1974, o Olympiastadion, em Munique, ninguém poderia prever o que ia acontecer. Assim como ninguém previu o que aconteceu no Monumental de Nuñez em 1993 ou no Mineirão em 2014.

   A Alemanha começou na frente aos seis do primeiro tempo, com gol de Jancker, o atacante trombador. Assim como no jogo de Londres, quando o gol foi marcado antes dos 15 do primeiro tempo e foi suficiente para garantir a vitória. Mas antes mesmo dos quinze minutos, Michael Owen empatou, aproveitando um bate-e-rebate na entrada da área alemã. Ainda no primeiro tempo, Deisler perdeu um daqueles gols que vira piada na internet inteira, era a chance de recolocar a Alemanha na frente. Quem não faz, leva. E aos 48 do primeiro tempo, Gerrard, no seu melhor estilo, deu um chutão de fora da área para virar o jogo. 2x1 para os ingleses. E no segundo tempo, aconteceria a tragédia. Owen logo aos 3 minutos deu um chute meio torto que foi suficiente para Oliver Kahn aceitar: 3x1. E faria o Hat-trick aos 20 minutos daquela etapa, aproveitando um contra-ataque veloz: 4x1. A Alemanha ainda tentava se impor. O problema é que em outra tentativa de pelo menos já diminuir o desastre, cedeu outro contra-ataque, que terminou nos pés do grosso Emile Heskey. Ele só deu um toque fraco e fez os números finais daquela partida: 5x1. O técnico sueco da Inglaterra, Sven-Göran Eriksson, olhava com satisfação os frutos do seu trabalho. Os alemães olhavam incrédulos. Aquilo era um desastre gigantesco. Por sorte, não tomaram mais gols, mas o fato estava ali: em pleno Olympiastadion, a forte seleção alemã foi massacrada pela rival britânica por cinco gols a um, de virada. E era apenas a segunda derrota da história da Alemanha numa eliminatória de Copa. Um dos piores momentos do futebol alemão. O extremo oposto ao time que humilharia a seleção mais vitoriosa de todos os tempos dentro de seu próprio país 13 anos depois.




   Na última rodada, a Alemanha apenas precisava vencer a Finlândia para garantir a classificação direta à Copa do Mundo. Mesmo depois daquele vexame histórico. Jogando no estádio do Schalke 04, em Gelsenkirchen, a Alemanha ficou inerte no 0x0 contra os finlandeses. Mesmo assim, estava se classificando, pois a Grécia vencia a Inglaterra por 2x1 em Manchester, e estava ainda a um ponto a frente dos ingleses. Isso até Beckham empatar o jogo nos acréscimos e empurrar a Alemanha para a repescagem. Ambas as seleções estavam empatadas em pontos na liderança, só que o 5x1 foi decisivo para que o saldo de gols da Inglaterra servisse como critério de desempate. Se a Alemanha perder a repescagem, o vexame estará mais do que completo.


   O adversário seria a Ucrânia, do atacante Shevchenko. Os ucranianos ficaram a 4 pontos de distância da Polônia, a líder, e a apenas 2 da Bielorrússia. Venceram quatro, empataram cinco e apenas perdeu um jogo. Não era um adversário tão preocupante. Mesmo assim o primeiro jogo, em Kiev, foi nervoso. Zubov, aos 18 do primeiro tempo, aproveitou a sobra de uma cobrança de falta de Shevchenko para inaugurar o placar. Ainda no primeiro tempo, Ballack empatou o jogo. E terminaria 1x1. O palco para a decisão seria o Westfalenstadion, atualmente conhecido como Signal Iduna Park, em Dortmund. O estádio virou um caldeirão alemão naquele dia 14 de Novembro de 2001. E o caldeirão ferveu: depois de uma falha da defesa ucraniana, Ballack aproveitou um cruzamento e escorou de cabeça pra abrir o marcador logo aos 4 minutos do primeiro tempo. Neuville, aos 11 minutos, aproveitou o rebote depois de uma cobrança de escanteio e aumentou o placar. Outro escanteio, quatro minutos depois, teve destino certo na cabeça de Rehmer, que escorou para abrir 3x0 ainda no início do jogo. A forte Alemanha havia voltado. Com o jogo praticamente decidido, a rede só voltou a balançar aos 6 do segundo tempo. Ballack, de cabeça, fez o quarto gol e impediu qualquer chance de reação ucraniana naquela etapa. Shevchenko ainda fez o gol de honra, no final do tempo regulamentar. Mas não havia mais tempo para nada. A Alemanha estava classificada para a Copa de 2002. E mesmo assim, o sabor amargo daquele 5x1 ficou.







   Para a Copa de 2002, os uniformes foram substituídos. Um novo modelo branco foi desenhado para aquele torneio, ainda mais sóbrio que o uniforme anterior. A novidade era o modelo reserva. Pela primeira vez na história, a Alemanha substituía o uniforme verde que há anos era usado como modelo alternativo, o verde é a cor oficial da Federação Alemã de Futebol. Talvez por causa do 5x1, onde a Alemanha estava usando a famigerada cor. Mas o que importava é que a camisa cinza lançada naquele ano era bem interessante. As cinzas de uma fênix, ou melhor, da águia que ostenta o escudo da Alemanha que estava prestes a renascer.

   Depois disso só em 2004 que a Alemanha passaria vergonha de verdade, quando caiu novamente ainda na fase de grupos. Em 2002 conseguira chegar até a final da Copa do Mundo, e perder para aquele Brasil não era nenhuma vergonha. E nem mesmo os infortúnios que sofreriam para Itália e Espanha nos anos seguintes seriam vergonhosos, apenas muito doloridos, sobretudo a perda da Copa de 2006 nas semifinais pros italianos na prorrogação. Mesmo com muitas dores no caminho, a Alemanha chegou até 2014 firme e forte para mostrar que aquela geração que surgiu no final da década passada merecia enfim seu lugar ao sol. E o fez.

Só não precisava ter enfiado 7x1. Ou melhor, precisava. Pois foi passando vergonha que a Alemanha acordou e se tornou ainda mais competitiva. Talvez ainda precise de outras goleadas para que a CBF perceba que o futebol brasileiro tem que mudar. Radicalmente.




domingo, 21 de dezembro de 2014

[GUIA DE COMPRAS MANTOTECA] Tríplice Fronteira - Brasil/Paraguai/Argentina

Olá pessoal!

Pois é. Fim de 2014, Copa já acabou, não contei a história das camisas, tive que mergulhar fundo no trabalho e outros assuntos pessoais, até livro escrevi (pra saber mais, só entrar nessa página: https://www.facebook.com/UmMedicoComFebreDeCopa). Mas o blog da Mantoteca  hibernou enquanto a Alemanha foi tetracampeã mundial, o San Lorenzo ganhou sua primeira Libertadores, o River Plate ganhou sua primeira Sulamericana, e os mineiros foram felizes com Atlético e Cruzeiro faturando Copa do Brasil e Brasileiro, respectivamente.

Mas ao contrário da proposta inicial do site, não estou aqui pra homenagear algum desses times hoje. Retomo ao meu "Guia de Compras", que já esteve no Marrocos e na Itália e agora vai falar do que comprar ali na Tríplice Fronteira de Foz do Iguaçu.



Parte 1 - Argentina/Puerto Iguazu

A cidade fronteiriça da Argentina já chama a atenção pelo gigantesco Duty Free logo na aduana. Não é o local ideal para caçar camisas, mas me surpreendeu o fato de ter uma seção bem grande da Nike ali e não ter uma camisa sequer de algum time local. Exatamente: nem uma camisa de passeio do Boca Juniors você encontrará ali. As únicas camisas que vi foram a da Inglaterra da última Copa, e com o preço proibitivo de 50 dólares (todas as lojas online e físicas que conheço aqui no Rio tão com os dois modelos em promoção abaixo de 100 reais). Vi umas camisas de passeio do Brasil também. E só






Logo na entrada da cidade de Puerto Iguazu tem um pequeno shopping aberto, o "Pátio Iguazu". E lá tem uma famosa loja de esportes da Argentina, a OpenSports. Vi camisas dos cinco grandes lá, as duas camisas atuais do Boca Juniors e outras mais antigas, como essa camisa 3 fluorescente, no preço promocional de 500 pesos. O que me chamou a atenção é que meses atrás, em Buenos Aires, vi essa mesma camisa numa promoção por 350 pesos. Reparei que o preço ali estava um pouco acima do usual praticado. E ainda por cima, faltava muita camisa. Do River Plate, por exemplo, só vi o modelo da temporada passada no tamanho P com manga comprida. Do Racing, atual campeão argentino, só havia o modelo reserva no tamanho infantil. E do arquirrival Independiente havia a camisa da temporada 2011 por 300 pesos. Um bom preço promocional, pensei até em levá-la para trocar com outros colecionadores, mas resolvi deixar pra lá.





Perto dessa loja, na beira da rodovia que liga a cidade até o Brasil, havia outra loja de esportes. Porém, a maioria das camisas ali eram réplicas. Exceto a do Crucero del Norte, time da região que foi fundado pela empresa de ônibus de mesmo nome. A camisa é exatamente esta que está neste link e sinceramente, não vale os 600 pesos que o dono da loja pediu nela. Eis a foto da loja:





No centro da cidade encontrei outra loja. Várias camisas de times argentinos diversos na vitrine, mas saí correndo quando reparei lá dentro que a maioria era réplica do AliExpress! Porém, próximo a essa loja, havia outra chamada "Ídolos". Ali as camisas são originais e a variedade é excelente. As camisas novas do River Plate já estavam lá, mas com o preço de 850 pesos (mais caro do que o cobrado nas lojas de Bs As: 750). Outros times menores como o Banfield e sua camisa atual também estavam presentes, com o preço aceitável de 650 pesos, já equivalente ao cobrado na capital. A variedade é muito boa. Apesar do preço elevado na camisa dos "cinco grandes", recomendo. Acabei não levando nada, pois ainda haveria o Paraguai para ver...



Parte 2 - Paraguai

Na Ciudad del Este, todo cuidado é pouco. Com medo da fama das "falsificações", era hora de ficar atento a proliferação das camisas AliExpress que estão sendo vendidas como originais até em lojas confiáveis do Brasil. Nas barracas da via principal da cidade, as camisas eram legitimamente falsificadas, com a "honestidade" de não apresentar nem o nome do fornecedor, ao contrário das réplicas do Ali.

A primeira loja que encontrei ali foi a Patachoca Sport, na Avenida Adrián Jara, paralela a Av San Blás, onde ficam as grandes lojas como a Monalisa, por exemplo. E já dei de cara com as camisas dos dois principais clubes do país: Olímpia e Cerro Porteño. As atuais de ambos estavam estimadas em aproximadamente uns 150 reais, mas me interessei mesmo pela camisa do centenário do Cerro, de 2012. Essa estava por aprox. 100 reais na promoção. Foi a minha aquisição na loja. Também vi camisas do Sportivo Luqueño, Guaraní, Carapeguá, Rubio Nú e do 3 de Febrero, time da CDE. Todas originais.

A camisa da Seleção Paraguaia, de 2011, tanto a titular quanto a reserva, estavam lá, mas com o preço de camisa nova: por volta de 160 reais. A camisa nova do Paraguai só será lançada no começo de 2015, para a Copa América. Aí é possível que entrem na promoção. O mais estranho é ver que nem a camisa do Libertad, time que vem sendo a 3a força do país nos últimos anos, e nem a do Nacional, finalista da Libertadores desse ano, estavam presentes na loja. Depois de comprada a camisa do Cerro, ganhei de brinde um picolé por cortesia da casa.






A camisa do Cerro que comprei:


Dobrando a esquina à esquerda na General Bernardino Caballero e depois virando à outra esquerda, na Pa'i Perez, deparo-me com o arrependimento de ter comprado cedo demais a camisa. O mesmo uniforme do Cerro Porteño estava por 60 reais na outra loja, a Larel, que também vendia outros tipos de roupas. Fui desconfiado achando que eram falsas, mas as camisas que estavam na promoção eram todas originais. E lá a variedade era bem maior do que a da Patachoca. A belíssima camisa de 110 anos do Olímpia, de 2012, estava pelo mesmo preço. As camisas do Nacional do Paraguai, usadas na Libertadores onde chegou de forma surpreendente na final, também estavam lá pelo mesmo preço, uma pena que são vendidas com os mesmos patrocínios da imagem do link acima. Também haviam as indumentárias dos times que vi na Patachoca, pelo preço de 60 reais também! O mais surpreendente foi ver camisas dos times da América Central ali, como a do Olímpia de Honduras e do Alajuelense da Costa Rica, ambas da Puma (são fabricadas no Paraguai). Creio eu que também estavam na promoção.

O que me surpreendeu foi uma camisa que nem eu conhecia: o quarto uniforme do centenário do Cerro Porteño em 2012: uma homenagem à batalha homônima que foi fundamental para a independência do Paraguai. A camisa foi usada uma vez só pelos jogadores, num empate contra o Nacional no Clausura do mesmo ano, no dia do aniversário de 100 anos do clube. E estava também na promoção. Olhei a camisa de cabo a rabo e vi que não era falsa, e como o preço estava bom (os mesmos 60 do resto da loja), levei. E me senti aliviado ao descobrir que ela era mesma original. O uniforme que peguei na Patachoca provavelmente será negociado. Abaixo, a sacola da loja e a camisa especial do Cerro.



Infelizmente, o horário comercial bizarro do Paraguai não permitiu que explorasse mais as lojas (fecham as 17:30 da tarde). Mesmo assim, foi um passeio lucrativo em termos de camisas. Em Foz do Iguaçu nem tive tanto tempo para exploração. Vi alguns outdoors sobre o Shopping Cataratas JF e creio que lá existam lojas de esportes, mas não pude ir por falta de tempo.

Esse foi mais um guia de compras da Mantoteca. Para reanimar o site e ajudar os colecionadores mundo afora!

Até a próxima!

domingo, 11 de maio de 2014

[Série Copa do Mundo 2014] França 2011 - Novos horizontes

Ok... voltamos à nossa programação normal.
Depois da Suíça, deveria falar do Equador, a outra seleção do Grupo E. Mas como não possuo nenhuma camisa do time sulamericano, pulo para o outro time do grupo: a Campeã Mundial de 98, França!



O modelo que apresento hoje é um dos uniformes mais peculiares que "Les Bleus" já usaram. Mais do que isso, marcava a estreia da Nike como fornecedora do time francês depois de quase quatro décadas vestindo Adidas. Era estranho ver a França sem as três listras da Adidas no ombro, ainda mais depois de uniformes icônicos como o da Euro 1984, o da Copa de 1998 (inspirado no anterior citado) e o da Euro 2000, os três títulos mais importantes da seleção. Até a Copa de 2010, onde a França amargou o vexame de ser eliminada na fase de grupos do torneio, as três listras ainda estavam presentes no uniforme francês. Mas já se sabia, naquela época, que o reinado dos alemães acabaria naquele ano. O contrato com a Nike já estava fechado desde 2009 e no início de 2011 finalmente conheceríamos os novos uniformes da França, já sem a "eterna" Adidas.



O uniforme branco listrado de azul da Mantoteca é o uniforme reserva que foi lançado naquele início de ano. Como era moda nas camisas da Nike naquela época, havia uma mensagem na parte de dentro do escudo dizendo "Nos Differences Nous Unissent", traduzindo, "nossas diferenças nos unem".



Se o uniforme reserva daquele ano mostrava uma elegância que é símbolo da França, o uniforme titular também não ficava atrás. Com sua grande góla pólo e suas mangas dobráveis (vermelhas por dentro e azuis por fora), a nova camisa titular era também discreta e charmosa, ao contrário do último modelo feito pela Adidas, com grafismos bem indiscretos, mas interessantes. A Nike chegava com tudo.

A estreia do uniforme novo da Nike foi num amistoso em Paris, contra o Brasil, em Fevereiro de 2011. Assim como na final da Copa de 98, os franceses mantiveram a escrita de nunca perder para os brasileiros desde 1992 (série que seria interrompida no ano passado), 1x0 com gol do artilheiro Benzema.

A camisa nova também entrava junto com a França nas eliminatórias da Euro 2012, que haviam começado no final de 2010. Ainda com a camisa anterior, os franceses estrearam com uma derrota surpreendente para a Bielorrússia em Paris por 1x0, mas deram a volta por cima após vencerem a Bósnia por 2x0 em Sarajevo, e também Romênia e Luxemburgo, ambos em território francês e também pelo mesmo placar de dois gols a zero.

Em 25 de Março de 2011, a França voltava a encarar a fraca seleção de Luxemburgo, dessa vez usando o uniforme novo da Nike. Ganhou novamente de 2x0, gols de Mexés e Gourcuff, jogando no pequeno Grão-Ducado. Mas, na estreia do uniforme reserva retratado aqui em outro jogo qualificatório, tropeçaria novamente na Bielorrússia, dessa vez jogando na fria cidade de Minsk. Abidal marcou contra e Malouda dois minutos depois empatou a partida. Abaixo, uma foto da partida, do site sulekha.com.



Adversária que ainda não tinha sido enfrentada ainda no grupo, a Albânia encararia os franceses em Setembro de 2011. Jogando na capital Tirana, Benzema e M'Vila abriram rapidamente o placar em 2x0 para os "Bleus". No início do 2o tempo, Bogdani diminuiria, mas ficaria por isso mesmo. Mais uma vitória francesa, que já começava a ser ameaçada na liderança de seu grupo pela Bósnia, cada vez mais embalada. Dias depois, a França tropeçaria novamente, só que dessa vez na Romênia. O empate em 0x0 em Paris e a vitória dos bósnios sobre a Bielorrússia deixava o time da ex-Iugoslávia encostado nos franceses por apenas um ponto.

 A França tinha que ganhar da Albânia para continuar isolada na liderança. Outro empate poderia deixar a Bósnia ultrapassar os franceses na classificação e jogá-los para a repescagem, caso vencessem o jogo deles. A França fez sua parte: em Paris, já em Outubro de 2011, fez um fácil 3x0 com gols de Malouda, Remy e Reveillere. A Bósnia também: enfiou 5x0 em Luxemburgo na partida disputada em Sarajevo. Os dois se enfrentariam na próxima e última rodada, decidindo diretamente a classificação. As outras seleções do grupo já não tinham mais chances de classificarem-se.

A Bósnia chegou a Paris realmente mostrando que queria classificar-se sem encarar a repescagem. O atacante do Manchester City, Edin Dzeko, abriu o placar aos 40 minutos da primeira etapa, remetendo os franceses a episódios recentes nada agradáveis, como a eliminação precoce na Copa do Mundo de 2010 e até mesmo outros capítulos anteriores de fracassos em casa, como na derrota para a Bulgária nas eliminatórias da Copa de 1994. O pânico continuou até os 33 minutos do 2o tempo, quando a França teve um pênalti a seu favor. Samir Nasri, parceiro de Dzeko no City, empatou o jogo. O resultado era favorável aos franceses. E mesmo com o medo de surgir um novo Ginola que entregasse a bola do jogo no último minuto, acabaria tudo igual: 1x1 e França classificada para tentar o Tricampeonato Europeu.


A Bósnia foi para a repescagem, mas não conseguiu deter Portugal e Cristiano Ronaldo. Segurou um empate sem gols em casa, mas levou um massacre de 6x2 em Lisboa, com dois gols do consagrado camisa 7. Apesar da eliminação, os bósnios que fizeram uma surpreendente campanha conseguiriam vir para o Brasil, mas essa seria outra história...

As primeiras camisas da Nike para a França tiveram vida curta. Já no início de 2012, a branca foi substituida por outra, também bastante elegante. A titular azul foi substituída por um interessante modelo, que usava detalhes dourados, porém possuía pouquíssimos detalhes vermelhos. O calção e as meias desse novo kit titular eram azuis também, o que gerou críticas imensas, já que a França tradicionalmente usa o calção branco e as meias vermelhas, formando as 3 cores da bandeira no conjunto. Mas o uniforme era belo. Tão belo que veio parar aqui na Mantoteca também, ó:


A França fracassaria na sua tentativa de tricampeonato em 2012 (a Espanha é que conseguiria o feito). O resto da história já é mais atual: suou nas eliminatórias para o Brasil, classificando-se nos playoffs contra a Ucrânia, mostrando que ainda é uma seleção limitada, apesar de sua tradição. Mas na Copa do Mundo nunca se sabe.

Até a próxima!

terça-feira, 6 de maio de 2014

[BOMBA] - Vazou a camisa rubro-negra 2014 do Flamengo

Meu blog, como já disse, não é voltado para a antecipação de camisetas (já existem excelentes sites como o Minhas Camisas, o Footyheadlines e o Todo Sobre Camisetas que cumprem bem esse trabalho), mas parece que a camisa vazou da fonte mais inesperada possivel (ela será lançada por volta de 15 de Maio, ainda daqui 1 semana). Um fã foi tirar foto com o jogador italiano Riccardo Montolivo com a camisa do Flamengo, porém já é o uniforme que ainda está para ser lançado!


Assim como o uniforme que vazou no fim do ano passado e foi publicado aqui, ele usa o template Adidas Condivo 14 (mesmo da camisa branca lançada em Fevereiro), com alterações nas 3 listras nos ombros (de douradas passaram para vermelho), no logo da empresa e no CRF (de dourado para branco) e nas barras laterais da camisa (eram vermelhas e agora ficaram pretas). O patrocínio da "Caixa" ganhou um contorno negro (assim como na camisa nova do Atl. Paranaense), lembrando que na camisa de jogo provavelmente teremos o "X" da caixa no ombro direito, os "Guaravitas" nas mangas, embaixo das listras e o patrocínio da Peugeot atrás.. Como flamenguista, gostei muito do resultado, e estou aliviado, pois já comprei a camisa na pré-venda sem saber quais mudanças seriam feitas.

Abaixo, fotos do modelo proposto inicialmente.



É isso aí rapaziada, trabalho não tá deixando eu atualizar muito o blog, mas o farei na medida do possível! Obrigado!